O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) encerraram neste sábado (3) a campanha de rua antes do primeiro turno das eleições de 2026, reforçando as estratégias que marcaram a reta final da disputa. Em São Paulo, Lula voltou a apostar no endividamento das famílias e no confronto com o bolsonarismo. Flávio participou de atos no interior paulista e no Rio de Janeiro, ampliando a mobilização de aliados e intensificando as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Na Avenida Paulista, Lula caminhou ao lado do candidato petista ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, e voltou a defender medidas para aliviar o orçamento das famílias. Criticou os juros dos cartões de crédito, que classificou como “uma roubalheira”, e afirmou que as bets “viraram uma doença para o povo brasileiro”. O presidente também defendeu o fim da escala 6×1 e atacou os adversários, mencionando as investigações sobre irregularidades na Previdência e o caso Banco Master. O ato teve um princípio de confusão após policiais militares determinarem a retirada de caminhões da região.
Flávio começou o dia com uma motociata ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no interior paulista. A mobilização também reuniu o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), e os candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).
