Israelenses marcharam até a Praça dos Reféns em Tel Aviv e participaram de uma cerimônia em memória das vítimas no sábado (3), para marcar três anos desde o 7 de outubro.
Manifestantes entoaram palavras de ordem, agitaram bandeiras israelenses e seguraram cartazes enquanto oradores, incluindo a mãe de um refém libertado, discursavam para a multidão. Eles também pediram ao governo que estabeleça uma comissão estatal de investigação sobre o ataque de 7 de outubro de 2023.
“Infelizmente, depois de três anos, ainda não temos uma comissão nacional de investigação. Ninguém está investigando os acontecimentos. Ninguém sabe o que aconteceu com os reféns. Ninguém sabe o que aconteceu com a guerra, essa guerra sangrenta em que perdemos tantos soldados. É por isso que estamos protestando neste momento”, afirmou Dr. Eliad Sharga, presidente do movimento pela igualdade no governo de Israel.
No ataque liderado pelo Hamas, militantes palestinos invadiram comunidades israelenses próximas à fronteira, mataram cerca de 1.200 pessoas e sequestraram mais de 150 outras, em sua maioria civis.
Em resposta, Israel iniciou uma guerra contra o Hamas em Gaza, que matou mais de 75 mil pessoas e deixou a maior parte do território em ruínas. A guerra foi interrompida por um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos em outubro de 2025.
