O candidato à presidência da República Augusto Cury (Avante) criticou neste sábado (3) o excesso de privilégios dos políticos que estão no poder enquanto professores convivem com a falta de estrutura em sala de aula.
"O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio do Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte. E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha", afirmou.
O escritor realizou seu último dia de campanha do primeiro turno das eleições 2026 em Colina (SP), cidade de 18 mil habitantes da região de Ribeirão Preto (SP) onde nasceu.
Augusto Cury durante caminhada em Colina (SP)
Reprodução/EPTV
Durante a caminhada pelas ruas da cidade, ele abraçou apoiadores e visitou uma padaria, onde comeu pão com mordatela e lembrou da origem humilde.
Ele disse ser uma alternativa aos candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto.
"Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas. (...) O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil."
Cury durante caminhada em Colina (SP)
Reprodução/EPTV
*Esta notícia está em atualização.
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Cury critica excesso de privilégios a políticos no poder e diz ser alternativa: 'Nem picanha, nem fuzil'
