No dia 4 de outubro de 2026, mais de 158 milhões de eleitores em todo o país irão às urnas para escolher o presidente da República, governadores dos Estados, senadores, deputados estaduais e federais, além dos deputados distritais (no caso do Distrito Federal). Diante de tantos números a serem digitados, é importante levar uma “colinha” para não se perder na hora do voto.
Segundo orientações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), anotar os números dos seis candidatos na “colinha” ajuda a evitar erros e ainda contribui para reduzir filas nas seções eleitorais.
"A chamada 'colinha eleitoral', com os números das candidaturas, pode ser levada para a cabine, desde que esteja impressa. O uso da anotação ajuda o eleitor a consultar os números antes de digitá-los na urna", informa o TSE.
A ordem de votação que aparecerá na urna no 1º turno do pleito, no dia 4 de outubro, será a seguinte:
Deputado federal
Deputado estadual
Senador (1ª vaga)
Senador (2ª vaga)
Governador
Presidente da República
Cada cargo é identificado por uma sequência numérica. Para votar no deputado federal, é necessário teclar quatro dígitos na urna eletrônica; para deputado estadual, são cinco; para senadores, três dígitos; já para governador e presidente, são dois dígitos.
‘Colinha’ em papel e simulador
De acordo com a Justiça Eleitoral, o eleitor deve levar sua “colinha” em papel, já que não é permitida a entrada com aparelho celular na cabine de votação.
