O Partido Republicano aparentemente chegou ao estágio de “pânico” em relação às eleições de meio de mandato de 2026.
Reportagens de diversos veículos de imprensa nos últimos dias retrataram um cenário em que os republicanos se veem subitamente confrontados com maus presságios e convencidos de que o desastre é iminente.
Operadores de campanha, que há muito se mostravam apreensivos quanto às chances de manter o controle da Câmara, agora também demonstram grande preocupação com o Senado.
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Às vezes, esse pânico é infundado. Basta lembrar as eleições de 2022, quando muitos democratas temiam uma “onda vermelha”, pouco antes de desafiarem as previsões históricas e praticamente empatarem a disputa.
Então, qual deve ser o nível de pânico dos republicanos? Certamente é justificável um grau considerável de preocupação neste momento, mas eles ainda contam com vários fatores que jogam a seu favor.
Abordei parte disso na sexta-feira (25), ao analisar como muitos dos indicadores de clima político em uma nova pesquisa da CNN estavam abaixo do que no período que antecedeu as piores eleições de meio de mandato do Partido Republicano no século XXI, as de 2006 e 2018.
