Os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) definem neste sábado (3), véspera do primeiro turno, quais urnas eletrônicas passarão por auditoria nas eleições de 2026. Os equipamentos escolhidos para o Teste de Integridade serão retirados das seções para as quais estavam destinados e levados a locais de teste, onde serão auditados no domingo (4).
O teste verifica, por amostragem, se a urna registra e contabiliza corretamente os votos digitados. A auditoria é pública e pode ser acompanhada por partidos, federações, coligações, entidades fiscalizadoras, imprensa e cidadãos.
O procedimento é uma votação simulada. Antes do pleito, voluntários e representantes de partidos preenchem cédulas de papel com votos em candidatos que disputam a eleição. As cédulas ficam guardadas em urnas de lona lacradas. No domingo (4), esses votos são digitados, um a um, nas urnas selecionadas.
Ao final, a contagem do papel é comparada com o resultado eletrônico. Como os auditores sabem previamente quais votos foram inseridos, podem verificar se o resultado da urna corresponde exatamente ao que foi digitado. Os votos da simulação não entram na apuração oficial.
O que acontece no sábado
Em cerimônias públicas neste sábado, os TREs definem as seções que participarão da auditoria e fazem o sorteio previsto nas normas da Justiça Eleitoral.
As urnas escolhidas para o Teste de Integridade já estavam preparadas e lacradas para uso normal na eleição.
