O texto a seguir acompanha o texto “Eleições 2026: o que os presidenciáveis propõem sobre minerais estratégicos e terras raras?”, em que especialistas comentaram as propostas dos planos de governo dos candidatos à Presidência. Ambos são parte do projeto Ciência e Saúde nas Eleições, uma parceria do Instituto Questão de Ciência (IQC) com a Superinteressante e VEJA SAÚDE. Veja aqui os conteúdos da Super, e aqui os de VEJA SAÚDE.
Abaixo, resumimos o que dizem os planos de governo que mencionam minerais estratégicos e terras raras. Os candidatos Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC) não citam o assunto especificamente.
Leia todos os planos de governo completos neste link.
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1 - Rui Costa Pimenta (PCO)
Cancelamento de todas as privatizações realizadas (Vale, entre outras).
“Nacionalização e estatização, sem indenização, de todas as reservas minerais, refinarias etc. entregues aos tubarões internacionais.”
“Não à entrega das terras raras”: criação de empresa estatal que controle sua exploração, “comandada pelos trabalhadores, para garantir o uso dessas riquezas em favor do povo.”
2 - Edmilson Costa (PCB)
“Monopólio estatal e soberano das terras raras e minerais críticos.”
3 - Ronaldo Caiado (PSD)
Visão geral: o Brasil deixa de ser só exportador de minério bruto e constrói cadeias de processamento, materiais avançados e tecnologia. Minerais críticos e terras raras são tratados como “ativos estratégicos de soberania”.
