Apesar do otimismo em torno das novas descobertas de Petróleo na região da Margem Equatorial, a confirmação da viabilidade comercial das descobertas ainda depende de novas perfurações para dimensionar o volume e avaliar o potencial de produção da área.
A afirmação foi feita nesta sexta-feira (2) pela presidente da companhia, Magda Chambriard, em coletiva de imprensa sobre a nova descoberta no poço Morpho. Ao tratar da possibilidade de desenvolver a área, a executiva ressaltou a necessidade de perfurar poços de delimitação antes de confirmar um projeto de produção.
“Estamos aumentando o valor destas áreas exploratórias para a Petrobras. O Amapá está ficando mais valioso a cada dia”, disse. “Não podemos afirmar que temos descoberta ainda, precisamos dos poços de delimitação. Se confirmando o que vem acontecendo, indica que estamos abrindo uma nova fronteira”, acrescentou.
Os poços de delimitação ajudam a determinar a extensão das acumulações de petróleo, estimar os volumes e avaliar a produtividade dos reservatórios. Para ilustrar o alcance limitado de uma única perfuração, Magda comparou o poço a um “canudo de Coca-Cola” em uma área do tamanho do Maracanã: ele permite investigar apenas uma pequena parte desse espaço.
Magda afirmou que a Petrobras ainda tem outros sete poços para licenciar no Amapá e disse que os resultados obtidos reforçam a atratividade do país para o setor.
“Uma descoberta como essa mostra que o Brasil continua como um bom alvo de investimentos.
