E se Lula fosse somente uma das peças escolhidas para movimentar uma agenda muito mais ampla? Sua vitória não representaria apenas uma continuidade de governo, mas uma etapa de um projeto muito maior.
Enquanto a população acompanha discursos e falsas promessas, o objetivo, na verdade, seria enfraquecer o Brasil para torná-lo cada vez mais dependente de estruturas internacionais de poder.
Nesse sentido, Lula encontraria apoio em setores de uma elite internacional, a qual enxergaria o Brasil como território estratégico para acelerar metas associadas à chamada Agenda 2030.
Decisões aparentemente isoladas começariam a formar um desenho muito maior, envolvendo a economia e a degradação social. Dessa forma, aquilo que parecia apenas política doméstica passaria a fazer parte de uma engrenagem global.
Presidentes alinhados seriam posicionados em diferentes nações para conduzir seus países na mesma direção. Cada governante teria sua função dentro de uma transformação internacional apresentada ao público como inevitável e necessária.
Crises econômicas, inversão de valores e a instabilidade nacional poderiam, então, servir como instrumentos para justificar mudanças cada vez mais profundas.
Lula seria apenas uma peça entre muitas de um tabuleiro preparado muito antes das eleições.
O verdadeiro poder não estaria necessariamente diante das câmeras, mas nos acordos realizados longe do conhecimento da população.
