O Ministério Público de São Paulo denunciou o vereador Senival Pereira de Moura (PT) e outras 20 pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) no transporte público paulistano.
Além do parlamentar, também foram denunciados Lourival de França Monário, atual presidente da Transunião, Leonel Pereira Martins, Denival de Souza Nascimento, o “Sapo” e Jair Ramos de Freitas, o “Cachorrão”.
Em junho deste ano, a promotoria deflagrou a operação “Última Parada”, que visava desarticular o esquema criminoso envolvendo a Transunião. Durante a ação, o vereador do PT e o presidente da empresa de transportes foram presos.
A Operação Última Parada, deflagrada em 25 de juho pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo) e pela Polícia Civil, revelou detalhes de um esquema de lavagem de dinheiro supostamente operado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio da empresa de ônibus Transunião.
Entre os alvos da investigação estavam o vereador paulistano Senival Moura (PT), preso sob suspeita de exercer influência direta sobre as operações financeiras da concessionária; Jair Ramos de Freitas e Devanil de Souza Nascimento, ambos réus pelo assassinato do ex-presidente da Transunião.
Segundo as apurações, a Transunião recebeu mais de R$ 300 milhões em recursos públicos apenas em 2025 para operar linhas de ônibus na capital paulista.
