O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou o monitoramento das condições climáticas para o primeiro turno das eleições neste domingo, 4. A medida busca antecipar possíveis impactos de eventos extremos no deslocamento de eleitores, no acesso aos locais de votação e na logística eleitoral.
O trabalho é coordenado pela Sala Nacional de Situação Climática, criada para reunir informações sobre chuvas intensas, enchentes, deslizamentos, secas e queimadas que possam afetar a votação em diferentes regiões do país.
A partir de dados climáticos e geográficos, o TSE poderá elaborar mapas de risco, boletins e recomendações. Entre as medidas previstas estão locais alternativos de votação, rotas emergenciais para transporte de urnas e materiais e orientações específicas a servidores e mesários.
Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) continuam responsáveis pelas decisões locais. Para preparar a operação, os tribunais encaminharam ao TSE planos de contingência e informações sobre os principais riscos identificados nos Estados.
Rede de apoio nas eleições
A Sala Nacional reúne órgãos ligados à meteorologia, segurança, infraestrutura e Justiça. Entre eles estão o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST).
