A diretora para Assuntos Internacionais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Renata Gil, reforçou a transparência e segurança das urnas e disse que democracias maduras não temem ser observadas.
A diretora fez o discurso de abertura de um seminário de recepção a observadores internacionais que vão acompanhar as eleições brasileiras. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, teve uma indisposição e não compareceu.
É comum no processo eleitoral brasileiro que entidades nacionais e estrangeiras atuem como observadoras. No contexto internacional, além da própria OEA, o TSE convidou a União Europeia a mandar observadores, assim como o Parlamento do Mercosul, a Liga dos Estados Árabes e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
“A observação eleitoral, o programa de convidados é uma forma de diálogo entre as democracias. Vocês vêm acompanhar o processo, conhecer seus mecanismos, fazer perguntas, observar procedimentos e nós recebemos esse olhar externo com respeito e com a certeza de que democracias maduras não têm medo de serem observadas. A Transparência fortalece a democracia”, afirmou Renata.
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Conforme a OEA vão integrar a comitiva, entre outros: José Miguel Insulza, ex-ministro das Relações Exteriores do Chile; Eladio Loizaga, ex-ministro das Relações Exteriores do Paraguai; Agustín Espinosa Lloveras, ex-embaixador do Uruguai no Brasil.
Segundo o TSE, o programa é realizado pela Justiça Eleitoral desde 2010.
Diretora do TSE reforça segurança das urnas e diz que 'democracias maduras não temem ser observadas'
