Tiffany Abreu quer terminar a carreira dentro das quadras e cogita recorrer à Justiça para conseguir disputar a Superliga 2026/27. A jogadora esteve no lançamento da competição, nesta quinta-feira, em São Paulo, representando o Osasco, e afirmou que pretende lutar até o fim para ter a oportunidade de continuar atuando.
A oposta foi diretamente afetada pela nova política de elegibilidade adotada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), que passou a seguir critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e impede atletas que não comprovem a elegibilidade de disputar as competições femininas. O Osasco havia renovado o contrato de Tiffany para a temporada e pretendia contar com a atleta.
Durante o evento, Tiffany afirmou que deseja encerrar sua trajetória como atleta de forma digna e não ser retirada das quadras após dez anos atuando no vôlei brasileiro.
“Quero terminar a minha temporada. Eu não fiquei dez anos à toa. Foram dez anos lindos, que eu inspirei muitas pessoas, muitos atletas que hoje estão dentro de quadra, atletas que me viram jogar e compartilham a quadra comigo e dizem que fui inspiração dela”, afirmou.
A jogadora também admitiu a possibilidade de buscar uma solução por meio da Justiça caso não consiga chegar a um acordo com a CBV.
“Quero terminar a minha carreira de atletas com o pé direito, digna de uma aposentadoria, digna de falar eu comecei, eu terminei, eu inspirei e agora vou começar a ajudar outras pessoas fora de quadra.
