O PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), concordou com as regras do debate presidencial da TV Globo que seria realizado na noite de 5ª feira (1º.out.2026), no Rio, e depois foi ao Tribunal Superior Eleitoral para derrubar uma delas. É a que trata de candidatos ausentes.
A emissora cancelou o debate. Afirmou em comunicado que as decisões do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral proferidas na 5ª feira (1º.out) “causaram insegurança jurídica e representam uma interferência indevida”. Leia a íntegra da nota (PDF - 69 kB).
O que os tribunais decidiram antes do debate:
TSE - a ministra Estela Aranha atendeu a um pedido do PT e proibiu a TV Globo de exibir o púlpito vazio do presidente (que informou na 4ª feira, 30 de setembro de 2026, que não iria ao encontro). Leia a íntegra da decisão da magistrada (PDF - 127 kB);
STF - o ministro Gilmar Mendes atendeu a um pedido do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e mandou a TV Globo incluir o candidato do Missão ao Planalto, Renan Santos. Leia a íntegra da decisão do decano do Supremo (PDF - 228 kB).
A regra questionada pelo PT trata da ausência de candidatos.
Eis o que diz:
“Se algum candidato convidado faltar ao debate, o seu lugar permanecerá vazio com uma placa que o identifique pelo nome.
