A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral, declarou, em 2022, voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições daquele ano. Ela foi a responsável pela decisão do TSE que determinou, na 5ª feira (1º.out.2026), que a Globo não poderia exibir o púlpito reservado ao presidente no debate presidencial que seria realizado naquela noite e foi cancelado. A emissora também ficou proibida de permitir perguntas dirigidas ao candidato ausente.
“Eu voto em Lula no 2º turno, voto 13, porque, como advogados, nós não temos outra opção que não seja o Lula para estancar o aumento do autoritarismo, para defender o Estado Democrático de Direito e a democracia no país. Os advogados devem votar em Lula, inclusive para salvar o próprio sistema de justiça”, disse a ministra em vídeo de 2022 que voltou a circular nas redes sociais.
Assista (21s):
Estela Aranha, não é imparcial e eu posso provar.
O que seria pior, uma aranha ou piranha?
pic.twitter.com/G1wtDG8iMx, usuariodesconhecido (@alexandresemX) October 2, 2026
Estela Aranha é advogada formada pela Universidade de São Paulo. Tem pelo IDP, uma empresa privada de ensino superior fundada em 1998, em Brasília, pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
Ela é ligada a Flávio Dino, que hoje integra o STF. Foi secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça quando ele era o ministro. Estela também foi assessora especial da Presidência da República no governo Lula.
