A Plena Alimentos mantém uma estratégia de expansão baseada na diversificação dos negócios e dos mercados consumidores de carne bovina. O grupo, que atua nos estados de Minas Gerais, Goiás e Tocantins, combina uma operação frigorífica de grande escala com atividades de confinamento, distribuição e produção de petiscos naturais para animais.
Durante o Forum Pecuária Datagro, o CEO da companhia, Paulo Emílio, destacou que a Plena abate atualmente cerca de 52 mil animais por mês em suas unidades industriais. A operação é dividida de forma equilibrada entre os mercados interno e externo, com aproximadamente 50% da produção destinada a cada frente.
A estratégia de exportação também passa por uma maior diversificação dos destinos. A China responde por 27% das exportações da Plena, enquanto o restante é distribuído entre países como Líbia, Tunísia, Egito e Singapura. A companhia também trabalha para habilitar a unidade de Porangatu, em Goiás, para exportações aos Estados Unidos, ampliando o número de mercados acessíveis à produção.
Além da indústria frigorífica, a pecuária representa uma frente relevante dentro da estrutura do grupo. A empresa mantém um confinamento em Goiás com capacidade estática para 86 mil animais e outra operação em Minas Gerais com capacidade para 8 mil cabeças. Em Minas, parte da estrutura é utilizada para fornecer animais às próprias unidades industriais da companhia.
