Antes de Yuri Gagarin se tornar o primeiro ser humano a viajar ao espaço, duas cadelas já haviam enfrentado uma jornada decisiva para a exploração espacial. Belka e Strelka foram lançadas pela União Soviética em 19 de agosto de 1960 e passaram cerca de 24 horas fora da Terra antes de retornarem vivas.
A bordo da Korabl-Sputnik 2, também conhecida como Sputnik 5, elas completaram 17 órbitas ao redor do planeta. A missão ocorreu em um momento em que soviéticos e norte-americanos disputavam avanços na corrida espacial e ainda buscavam respostas para um desafio fundamental de levar seres vivos à órbita e trazê-los de volta em segurança.
Onça-pintada do Exército Brasileiro bate recorde mundial de longevidade e entra no Guinness World Records com 25 anos e 90 dias de idade
Pentobarbital: como age droga usada em execução frustrada no corredor da morte de mulher no Tennesse
Além das duas cadelas, a espaçonave transportava outros organismos, entre eles um coelho, ratos, camundongos, moscas-das-frutas e plantas. A viagem fazia parte dos testes soviéticos que antecederam as primeiras missões espaciais tripuladas.
O que aconteceu com Belka e Strelka durante a viagem?
Belka e Strelka não foram os primeiros animais enviados ao espaço. Em 1957, Laika havia se tornado o primeiro animal a orbitar a Terra, a bordo do Sputnik 2, mas não sobreviveu à missão.
