O PT entrou em disputa com a Prefeitura de São Paulo por causa do último ato de campanha previsto antes do primeiro turno da eleição. O partido havia convocado uma caminhada da Rua Augusta até a Avenida Paulista para o sábado (3), evento descrito como uma tradição do partido, que já havia realizado ato semelhante em 2022.
De acordo com o analista de Política da CNN Pedro Venceslau, o diretório do PT marcou uma reunião com autoridades municipais, entre elas SPTrans, CET, Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana, para informar o trajeto e o porte do evento, conforme exige a legislação.
No entanto, o partido foi surpreendido ao receber um ofício da prefeitura informando que o ato não poderia ser realizado por orientação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral).
Em resposta, o PT divulgou uma nota afirmando que a prefeitura tentava criar confusão para prejudicar a mobilização, atribuindo à decisão um cunho político. O partido argumentou ainda que a legislação exige apenas o aviso prévio do evento, sem prever qualquer proibição para que ele aconteça.
Pedro Venceslau apurou junto à Prefeitura de São Paulo o conteúdo do ofício enviado pelo TRE à administração municipal.
