Delegações de organizações internacionais convidadas como observadoras independentes do processo eleitoral brasileiro já começaram a chegar ao Brasil. O objetivo é que essas instituições avaliem a integridade, a eficácia operacional e o cumprimento estrito das normas eleitorais.
Mais de 140 observadores de 7 organizações internacionais vão acompanhar a preparação, a votação e a apuração no domingo (4.out.2026). Eis os grupos:
OEA (Organização dos Estados Americanos);
Parlasul (Parlamento do Mercosul);
União Europeia;
LEA (Liga dos Estados Árabes);
Roaje-CPLP (Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa);
Uniore (União Interamericana de Organismos Eleitorais); e
RMJE (Rede Mundial de Justiça Eleitoral).
OEA
Só a Missão de Observação Eleitoral da OEA é composta por 91 observadores de 23 países e vão acompanhar o processo eleitoral em 20 Estados e no Distrito Federal.
O grupo é chefiado pelo ex-secretário-geral da OEA e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, José Miguel Insulza. Nesta 5ª feira (1º.out), parte da delegação se reuniu com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques.
Na 4ª feira (30.set), os observadores se encontraram com técnicos e com integrantes da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL).
