A Justiça de São Paulo manteve nesta quinta-feira (1°) o julgamento do médico Luiz Antonio Garnica e a mãe dele, Elizabete Arrabaça, investigados pela morte da professora Larissa Rodrigues, de 37 anos, envenenada em março do ano passado.
Na decisão, a Justiça negou os recursos das defesas dos réus e manteve integralmente a sentença do julgamento. Até o momento, não há data marcada para o júri e o caso segue sob segredo de justiça.
Segundo as investigações, a participação do médico ficou evidente para a polícia pela forma como o rapaz encontrou o corpo de Larissa e pela tentativa dele de limpar o apartamento depois de encontrá-la morta, interpretada como uma ação para ocultar provas da perícia.
Quem era Larissa Rodrigues, professora morta envenenada em SP
Além disso, uma testemunha relatou à polícia que, aproximadamente 15 dias antes da morte, a sogra de Larissa estava procurando “chumbinho” para comprar.
A CNN Brasil tenta localizar a defesa dos envolvidos e o espaço segue aberto para manifestações.
O corpo de Larissa foi encontrado pelo marido na manhã do dia 22 de março de 2025 no apartamento do casal, localizado no bairro Jardim Botânico, zona sul de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Diante das evidências, a polícia solicitou e obteve a prisão preventiva de Luiz e da mãe dele, em maio do ano passado. Durante as investigações, foram apreendidos telefones celulares.
