O “índice do medo” que mede a expectativa de volatilidade do mercado brasileiro renovou o recorde nesta quinta-feira (1º) pela terceira vez na semana, voltando ao patamar acima dos 32 pontos, em meio ao cenário difuso com mercados à espera do resultado eleitoral do primeiro turno, no domingo (4).
No quadro internacional, a pressão segue pelo temor de maiores inflação e juros ao redor do mundo, diante da falta de perspectiva para resolução nas tensões no Oriente Médio no curto prazo.
O S&P/B3 Ibovespa VIX encerrou a sessão aos 32,39 pontos, avanço de quase 2% ante a véspera, quando havia fechado aos 31,67 pontos.
O “índice do medo” foi criado em 2024 e vem uma constante de recorde nesta semana. Na segunda-feira (28), alcançou a máxima histórica, fechando aos 31,84 pontos. Um novo pico foi registrado na terça (29), de 32,06 pontos.
A renovação dos recordes ocorre na medida que a decisão da disputa em primeiro turno da Presidência da República se aproxima. A três dias das eleições, o mercado espera pela pesquisa Datafolha, que será divulgada ainda nesta quinta.
No noticiário internacional, as tensões se mantém no Oriente Médio e nova pressão nos preços do petróleo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “aniquilar o Irã” criou “paz no mundo” e voltou a dizer que poderia destruir a República Islâmica caso não seja possível chegar a um acordo.
