A Corteva inicia uma nova fase após concluir a separação de seu negócio de sementes e genética avançada, que passa a operar de forma independente como Vylor. As ações da nova companhia começaram a ser negociadas nesta quinta-feira (1º) na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Com a cisão, a Corteva concentra suas operações em proteção de cultivos.
A nova estrutura coloca a inovação no centro da estratégia da empresa, que tem um pipeline de proteção de cultivos avaliado em US$ 11 bilhões e prevê o lançamento de 12 novos produtos na próxima década. São sete novos ingredientes ativos e cinco produtos biológicos.
“Não podemos apenas entregar tecnologia. Ao mesmo tempo, precisamos fazer isso cada vez mais rápido”, afirmou Brook Cunningham, Chief Commercial Officer (CCO) da Corteva, em entrevista coletiva durante o GAFFFF 2026 (Global Agribusiness Festival), realizado em São Paulo.
Novo ciclo de inovação
Segundo Cunningham, a estratégia da Corteva envolve o desenvolvimento de novas tecnologias e a oferta de serviços que ajudem os produtores a aplicar as soluções nas propriedades.
“Acredito que a Corteva tem uma grande responsabilidade na entrega de inovação ao campo, mas também em oferecer um nível de serviço que ajude os produtores a transformar a tecnologia que levamos à fazenda em soluções para problemas específicos”, afirmou.
A executiva destacou que as tecnologias precisam estar associadas a capacitação e ferramentas financeiras.
