As taxas dos DIs fecharam a quinta-feira (1°) com altas, em uma sessão marcada pelo avanço do dólar, pelo aumento do preço do petróleo e pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries, ainda que eles sigam em níveis elevados.
No Brasil, os agentes também aguardavam a divulgação de nova pesquisa eleitoral do Datafolha no início da noite.
No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,565%, com alta de 1 ponto-base ante o ajuste de 13,552% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,11%, com elevação de 13 pontos-base ante 13,976%.
Após os rendimentos dos Treasuries terem atingido os maiores níveis em décadas nos últimos dias, a sessão desta quinta-feira foi marcada pelo alívio nas taxas, que se intensificou no fim da manhã. Investidores voltaram a atuar na ponta de compra dos títulos norte-americanos, o que definiu a queda firme dos rendimentos em toda a curva.
Ainda assim, o Treasury de dez anos < US10YT=RR> seguiu em níveis elevados, acima dos 5,20%, refletindo as preocupações em torno da guerra no Oriente Médio e seu impacto na inflação.
O petróleo Brent superou novamente os US$ 100 o barril, e o dólar sustentou ganhos firmes ante quase todas as demais divisas globais, incluindo o real.
Neste cenário, as taxas dos DIs também subiram.
