O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o copiloto da FlyDubai, que atacou o piloto da aeronave durante um voo para Tel Aviv na quarta-feira (30), poderia ter ligações com o Irã.
“Eu diria que a resposta, com base no que estou ouvindo, é sim”, disse Trump.
“Mas estamos trabalhando nisso agora mesmo”, acrescentou.
O piloto acusado não foi identificado publicamente, mas Israel afirma que ele é um cidadão de Omã, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o suposto agressor “passou por uma doutrinação radical islâmica”.
Trump também foi questionado se o piloto poderia ter sido “colocado lá pela IRGC (Guarda Revolucionária do Irã)” ou “radicalizado de alguma outra forma”, ao que respondeu: “Pode ser. Pode ser.”
O presidente dos EUA disse, na quarta-feira, que havia conversado com Netanyahu sobre o ataque.
Autoridades investigam possível ato de terrorismo
O ataque foi evitado em uma reviravolta surpreendente na quarta-feira, quando passageiros e tripulantes invadiram a cabine e retomaram o controle da aeronave.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que um piloto esfaqueou seu colega em um avião da Flydubai e tentou “sabotar o sistema da aeronave“. O incidente fez a aeronave cair milhares de quilômetros de altitude em dois minutos, causando pânico e forçando o voo a realizar um pouso de emergência na Arábia Saudita.
O piloto que supostamente tentou derrubar o avião ainda não foi identificado.
