O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que consideraria conceder perdões a membros de sua administração perto do final de seu mandato.
“Sim, claro que eu faria isso”, disse Trump em uma entrevista à revista TIME realizada na segunda-feira (28) e publicada nesta quinta-feira (1º), acrescentando que o ex-presidente Joe Biden “concedeu perdões a todos”.
Antes de deixar o cargo, Biden concedeu vários perdões preventivos, incluindo clemência para o general Mark Milley, o Dr. Anthony Fauci e membros do Congresso que integravam a comissão de investigação sobre os eventos de 6 de janeiro, bem como para membros de sua família, sob a convicção de que a administração Trump os visaria para processos judiciais.
“Mesmo quando indivíduos não fizeram nada de errado e acabarão sendo inocentados, o simples fato de serem investigados ou processados pode prejudicar irreparavelmente suas reputações e finanças”, disse Biden na época.
A habitual disputa por perdões intensificou-se significativamente durante a administração Trump. O próprio presidente assumiu um papel cada vez mais pessoal no processo de clemência do governo, utilizando o perdão com uma frequência histórica para ajudar aliados e promover seus próprios interesses políticos.
Na entrevista à TIME, Trump disse que, se os republicanos perderem a Câmara dos Representantes em novembro, os democratas “provavelmente irão atrás de mim, e eu irei atrás deles”.
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