Nesta quinta-feira, 1º, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou o pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, para afastar o ministro Flávio Dino de processos relacionados ao parlamentar, ao presidente Lula (PT) e às eleições de 2026.
Os advogados de Flávio alegaram que Dino teria uma relação de proximidade com Lula. Com esse argumento, solicitaram que os processos sobre esses temas fossem redistribuídos a outro ministro da Corte.
Entre as ações mencionadas pela defesa estão processos sobre o uso de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos apresentados pelo PT ao Supremo.
O caso tramita em segredo de Justiça, e a íntegra da decisão não foi divulgada. Publicada pelo portal g1, a informação foi confirmada por Oeste.
Defesa questiona permanência de Dino na relatoria
No pedido, os advogados sustentaram que a suspensão dos processos sob a relatoria de Dino não impediria a continuidade das investigações.
“A suspensão não prejudica investigação. Investigações, se e quando cabíveis, devem prosseguir, com eficiência e profundidade, mas perante o juízo imparcial e competente”, afirmou a defesa.
Os advogados também questionaram a permanência das ações com o ministro às vésperas da eleição presidencial.
