Erling Haaland, abriu um processo contra a companhia aérea Norwegian Air Shuttle. O craque da seleção norueguesa e do Manchester City reclama da utilização não autorizada dos seus direitos de imagem.
Em resposta divulgada nesta quinta-feira, a empresa aérea declarou-se surpreendida pela queixa e classificou o processo como lamentável.
De acordo com o advogado do atleta, Thomas Hagen, o motivo do litígio reside no aproveitamento ilegal de traços marcantes da identidade do atacante para impulsionar a venda de bilhetes de avião durante o último Mundial de futebol.
A porta-voz da Norwegian Air Shuttle, Catharina Solli, defendeu as publicações ao afirmar que se tratou de um apoio espontâneo e bem-humorado à equipa nacional, seguindo as tendências digitais do momento. A empresa lamentou que a iniciativa tenha terminado nos tribunais, mas manifestou o desejo de dialogar para resolver o impasse de forma amigável. O primeiro confronto em tribunal está agendado para o dia 9 de outubro no Tribunal Distrital de Oslo.
Pedro Lopes, advogado que é sócio-fundador do PPLlaw, escritório jurídico, e também da Chenus Holdings, empresa de investimento no esporte, comenta sobre o caso do Haaland à luz da legislação brasileira.
“Como atributo da personalidade, a imagem de uma pessoa não pode ser explorada comercialmente sem a sua autorização.
