Mulher sobrevive a execução por injeção letal no Tennessee, nos EUA
A surpreendente sobrevivência de Christa Pike, que permaneceu viva mesmo após receber duas doses de pentobarbital durante uma tentativa de execução no Tennessee, reacendeu o debate sobre um dos métodos mais usados de pena de morte nos Estados Unidos.
Segundo os advogados de Pike, ela recebeu duas doses do medicamento, mas continuou respirando. A mulher foi levada de ambulância para um hospital, e seu estado de saúde não foi divulgado.
Até então, os casos mais conhecidos de pessoas que sobreviveram a tentativas de execução por injeção letal estavam relacionados principalmente a dificuldades para encontrar uma veia, o que impedia a administração adequada dos medicamentos.
Dois dos casos mais conhecidos, porém, tiveram um desfecho diferente anos depois: os condenados acabaram executados por outros métodos.
⚠️ Atenção: o texto a seguir pode ter relatos sensíveis e perturbadores.
Christa Pike
Condenada pelo assassinato de uma colega de escola técnica em 1995, Christa Pike seria a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos. Na noite de quarta-feira (30), ela recebeu duas doses de pentobarbital, droga utilizada pelo estado em execuções por injeção letal. Ainda assim, permaneceu viva.
Testemunhas relataram que Pike continuou respirando e emitindo roncos após a aplicação dos medicamentos. Mais tarde, ela foi retirada da penitenciária em uma ambulância e levada para um hospital.
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