O Oceano Atlântico não registrou nenhum furacão no mês de setembro pela primeira vez em mais de 30 anos, o mais recente efeito de um super El Niño que, segundo ampla previsão, deverá se tornar o mais forte já registrado.
Apenas outros três meses de setembro não registraram furacões no Atlântico desde o início dos registros, em 1950.
A última vez que isso ocorreu foi em 1994; anteriormente, o fenômeno havia sido observado em 1972 e 1962, segundo o dr. Phil Klotzbach, especialista em furacões da Universidade Estadual do Colorado.
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Três tempestades tropicais se formaram no mês passado; portanto, o Atlântico não esteve totalmente inativo.
Dessas, a Tempestade Tropical Fay foi a que mais se aproximou da intensidade de furacão.
Seus ventos ficaram cerca de seis quilômetros por hora abaixo desse patamar, mas existe a possibilidade de a classificação de Fay ser elevada na revisão final do Centro Nacional de Furacões.
Os números são expressivos. A média por temporada é de sete furacões, e já deveríamos ter registrado cinco deles a esta altura.
O ano passado ficou abaixo da média, com cinco, mas quatro já haviam surgido antes do início de outubro, sendo que três deles ocorreram em setembro.
