Os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram na semana passada e as demissões diminuíram em setembro, sugerindo que a estabilidade do mercado de trabalho persistiu mesmo com os empregadores mantendo cautela em relação ao aumento das contratações.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 1.000, para 197.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 26 de setembro, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (1º).
Economistas consultados pela Reuters previam 200.000 pedidos para a última semana.
Os pedidos estão próximos dos níveis mais baixos em 57 anos, apesar dos crescentes desafios decorrentes da guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, que está elevando os preços da energia.
Os preços do diesel estão em níveis recordes. Economistas afirmaram que o crescimento robusto dos lucros corporativos e a demanda interna resiliente estavam protegendo os trabalhadores contra demissões.
Um relatório separado da empresa global de recolocação profissional Challenger, Gray & Christmas mostrou que as demissões planejadas por empregadores sediados nos EUA caíram 18%, para 43.281, em setembro.
Os cortes de pessoal anunciados diminuíram 20% em relação ao ano anterior.
Até agora neste ano, os empregadores anunciaram 573.195 demissões, uma queda de 39% em comparação com os primeiros nove meses de 2025.
Os cortes de pessoal planejados caíram 43% no terceiro trimestre.
