São Paulo chegou a 40 casos confirmados de sarampo em 2026 após três novos registros serem identificados na última segunda-feira (28). Os pacientes são dois homens, de 18 e 21 anos, e uma bebê de 1 ano, todos moradores da capital.
Os casos fazem parte de grupos de transmissão já identificados desde junho.
Segundo o CVE-SP (Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo), o acompanhamento indica redução na circulação do vírus.
Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, as autoridades avaliam se já é possível considerar encerrados os episódios relacionados aos pacientes registrados nos municípios.
Para que uma cadeia seja considerada interrompida, é necessário completar 90 dias, ou 12 semanas, sem um novo caso relacionado, contados a partir do início das manchas na pele do último paciente confirmado.
Até o fim desse período, permanecem a investigação de notificações suspeitas, a busca ativa e o acompanhamento de pessoas que tiveram contato com os infectados.
A primeira cadeia identificada em 2026, entre março e abril e associada a dois casos importados, já foi encerrada depois de 12 semanas sem novos registros.
Os grupos identificados posteriormente, em junho, julho e agosto, continuam sob acompanhamento.
Mais de 1.700 notificações suspeitas já foram descartadas no estado.
A investigação inclui análise de amostras pelo Instituto Adolfo Lutz e, nos casos confirmados, sequenciamento do genótipo do vírus com apoio da Fiocruz.
