O caso da prisioneira Christa Pike, que sobreviveu à sua execução em Tennessee, Estados Unidos, deu destaque ao histórico de falhas semelhantes no sistema carcerário do país. Em 1986, um homem condenado por homicídio no Texas garantiu que sua pena seria aplicada com sucesso ao ajudar a equipe a encontrar uma veia em seu braço.
A injeção letal é o método mais popular de aplicação da pena capital, mas cerca de 7,2% das tentativas não levam à morte, segundo dados do Death Penalty Information Center. Um dos principais motivos da falha é a dificuldade em encontrar veias adequadas para receber o acesso intravenoso.
Randy Lynn Woolls tinha sua execução marcada para 19 de agosto de 1986, mas o procedimento corria o risco de ser adiado. Anos de uso intenso de entorpecentes injetáveis haviam destruído muitas das veias mais superficiais que poderiam receber a injeção letal.
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