A Meta negou que seu agente de inteligência artificial (IA) Muse tenha acessado mensagens privadas de um usuário sem autorização. A manifestação veio depois que o jornalista Jason Aten, colunista da Inc., afirmou que o sistema teve acesso ao banco de mensagens de seu Mac mesmo após ele não conceder permissão para isso.
Segundo Aten, o Muse começou a sugerir ideias para uma coluna depois de ele conversar com o coapresentador de seu podcast sobre os novos iPhones. O agente também mencionou uma mensagem enviada por seu editor sobre a preparação de um texto.
O problema, segundo o jornalista, é que ele não havia pedido ao Muse que analisasse suas mensagens e afirma ter escolhido explicitamente não conceder acesso a elas, assim como ao calendário e a outras informações pessoais.
Quando questionou o próprio Muse sobre como havia descoberto o conteúdo das conversas, o agente respondeu que não tinha acesso ao histórico de mensagens. A explicação dada foi que o aplicativo no Mac estaria apenas recebendo o texto das notificações exibidas na tela.
Aten, porém, afirma ter investigado os arquivos do computador e encontrado evidências de que o Muse havia sincronizado dados do banco local do aplicativo Mensagens. Segundo ele, a sincronização havia chegado à linha 187.462 do banco de dados.
