Os debates sobre IA e as novas formas de trabalho e economia digital estão por todo lado - na TV, nas mesas de bares, das famílias, nos anúncios. É natural, então, que eles apareçam também nas propostas das eleições de 2026.
Dos 12 candidatos à presidência, quatro não abordam IA nos planos oficiais de governo: de Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata). Nos outros, existem vários tipos de menções: há quem fale da IA apenas como ferramenta em outras áreas, como saúde e segurança pública, enquanto há quem defenda políticas mais específicas sobre o consumo, produção e regulamentação da tecnologia.
Para entender como quem pretende governar o país planeja encarar essa revolução, o Instituto Questão de Ciência (IQC), em uma parceria com a Superinteressante e VEJA SAÚDE, criou o projeto Ciência e Saúde nas Eleições.
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A ideia é simples: reunimos os trechos dos programas de governo sobre vários temas de ciência e saúde e enviamos a especialistas. Para tentar controlar vieses, os pesquisadores receberam apenas as propostas, sem a identificação dos candidatos.
Pesquisadores ouvidos pela Super apontam que a omissão do tema em quatro planos é significativa.
