Israel investiga esfaqueamento em voo como terrorismo
O piloto esfaqueado durante o confronto na cabine de um voo da FlyDubai com destino a Israel fo identificado como o indiano Smit Machchhar.
Ele, que tem quase 10 mil horas de voo, trabalhou por 11 anos na companhia aérea indiana SpiceJet, antes de ingressar na Flydubai, em 2022.
Segundo a imprensa insraelense, o piloto conseguiu reagir à facada dada pelo seu copiloto, natural do Omã, e ainda pode avisar a tripulação e os passageiros sobre o que acontecia na cabine.
Mesmo ferido e atirado ao chão, Machchhar pôde abrir a porta da cabine para que os passageiros contivessem o agressor e os outros pilotos que estavam a bordo retomassem o controle da aeronave.
Smit Machchhar foi esfaqueado várias vezes pelo seu copiloto e, mesmo assim, pode abrir a porta da cabine para que a tripulação pudesse salvar o voo.
Reprodução: LinkedIn / X
Machchhar foi esfaqueado várias vezes e levado a um hospital depois que o avião pousou na Arábia Saudita.
"Nos últimos momentos em que ainda tinha energia, ele conseguiu acionar a abertura da porta", afirmou Doron Spielman, porta-voz do gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, à agência Reuters.
Imagens feitas após o incidente mostram o piloto coberto de sangue e sendo retirado da cabine usando uma máscara de oxigênio. Em uma das cenas, ele aparece com a mão sobre o abdômen, onde tinha um dos ferimentos. Um deles estava coberto por uma bandagem ensanguentada.
Quem é o piloto esfaqueado durante atentado em voo para Israel
