O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é um dos custos menos visíveis de uma viagem internacional e um dos mais sensíveis ao planejamento.
Contudo, quem se organiza com antecedência e investe o valor em dólar até a data da viagem pode pagar 1,1% de IOF em vez dos 3,5% padrão, uma diferença que, em valores absolutos, reduz o custo efetivo da moeda comprada.
O imposto que encarece a compra de moeda
O IOF é um imposto federal que incide sobre operações financeiras, incluindo a compra e a venda de moeda estrangeira. Na prática, é somado ao valor da operação de câmbio e, portanto, encarece cada dólar adquirido; quanto maior a alíquota, maior o custo final da moeda.
A diferença entre 3,5% e 1,1% em números
A distância entre as duas alíquotas é relevante para o orçamento da viagem. Em um exemplo ilustrativo, sobre uma operação de R$10 mil, o IOF de 3,5% equivale a R$350; com a alíquota de 1,1%, o imposto cai para R$110, uma economia de R$240 na mesma operação.
A diferença entre as alíquotas está ligada à finalidade da operação de câmbio, segundo a regulação vigente: operações registradas com finalidade de investimento podem incidir 1,1%, enquanto operações de uso e disponibilidade, como cartões e compra de moeda em espécie, seguem a referência de 3,5%.
O que o planejamento muda na alíquota
Ao aplicar os recursos até a data da viagem, o viajante tem a possibilidade de aproveitar o IOF reduzido de 1,1% em vez do padrão de 3,5%, assegurando uma economia relevante.
