O diesel S-10 registrou a maior alta entre os seis combustíveis monitorados nos últimos 12 meses pelo Monitor de Preços de Combustíveis, iniciativa da Veloe e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe): 15,1%.
Em setembro, o preço médio nacional do produto chegou a R$ 7,097 por litro, alta de 2,2% ante agosto. O diesel comum, por sua vez, registrou altas de 1,9% no mês e de 12,7% em 12 meses, a R$ 6,877 por litro. No acumulado de 2026, ambos também lideram os avanços no contexto nacional, com altas de 14,8% e 12,3%, respectivamente.
O levantamento mostra que setembro marcou uma mudança no comportamento dos preços em relação a agosto, quando predominaram as quedas. Dos seis combustíveis monitorados, quatro ficaram mais caros nos postos: etanol hidratado (+2,4%), GNV (+2,2%), diesel S-10 (+2,2%) e diesel comum (+1,9%).
Na direção contrária, a gasolina comum recuou 0,2%, para R$ 6,638 por litro, e a gasolina aditivada apresentou queda de 0,1%, para R$ 6,780 por litro. Apesar da alta mensal, o etanol continua sendo o único dos seis combustíveis a registrar queda tanto em 2026 (-7,3%) quanto nos últimos 12 meses (-4,1%).
Diesel e gasolina
Entre os derivados de petróleo, o diesel permanece como principal destaque de alta. Além dos avanços de 14,8% e 12,3% acumulados em 2026 pelo S-10 e pelo diesel comum, respectivamente, a gasolina comum registra aumento de 5,7% no ano e de 5,8% nos últimos 12 meses; a gasolina aditivada acumula altas de 5,5% nos dois períodos.
