As eleições deste ano serão acompanhadas pela primeira vez por uma equipe de observadores da União Europeia, que fará uma avaliação da lisura do processo eleitoral brasileiro.
A expectativa do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é que um relatório positivo dos europeus dê força à lisura e segurança das urnas eletrônicas.
Ao todo, sete organizações internacionais foram habilitadas pela corte para acompanhar o pleito. Além da União Europeia, também estarão no Brasil a OEA (Organização dos Estados Americanos), o Parlasul (Parlamento do Mercosul), a Liga dos Estados Árabes, a Roaje-CPLP (Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa), a Uniore (União Interamericana de Organismos Eleitorais) e a RMJE (Rede Mundial de Justiça Eleitoral).
Segundo fontes do TSE, as equipes estrangeiras já iniciaram o acompanhamento dos preparativos para as eleições e se disseram impressionadas com o nível de organização dos trabalhos da Justiça Eleitoral de todo o país.
Eles participaram, por exemplo, do processo de lacração das urnas e colheram informações sobre o funcionamento do sistema eletrônico de votação, como a impressão de zerésima, um relatório que comprova a fidedignidade do voto dado pelo eleitor em relação ao que é contabilizado para declaração dos vencedores do pleito.
O TSE calcula que as equipes das instituições deverão somar mais de 150 pessoas.
