A retirada dos destroços do helicóptero que caiu há pouco mais de uma semana na Serra Catarinense, deixando o cantor sertanejo Rick e outras quatro pessoas mortas, ainda não foi realizada por conta das condições climáticas na região, informou a JTA Empreendimentos e Urbanismo, empresa dona da aeronave.
Segundo o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), após a finalização das investigações no local, o proprietário da aeronave fica responsável pela remoção dos destroços aéreos, como prevê o Registro Aeronáutico Brasileiro.
A JTA informou, em nota, que prevê a realização de dois processos de retirada: primeiro dos dois motores Rolls-Royce do helicóptero Bell 430 prefixo PP-MGR, e depois da aeronave em si.
Nenhuma atividade, no entanto, foi iniciada. Segundo a empresa, como se trata de uma área de difícil acesso, é preciso que haja melhores condições do clima para a execução dos trabalhos.
A companhia afirma que ainda aguarda todas as autorizações necessárias para organizar as operações, que exigem um nível de complexidade.
Queda do helicóptero
No dia 21 de setembro, o helicóptero onde estava o cantor Rick, da dupla sertaneja com Renner, o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antonio Roberto Nobrega de Araujo e o copiloto Leopoldo de Barros Teixeira caiu um minuto após perder sinal, como informou a FAB (Força Aérea Brasileira).
