Dentre os próximos meses em Nova York, Estados Unidos, a Sotheby’s levará a leilão uma rara pintura de Vincent van Gogh, que não é vista há meio século e que, segundo a casa de leilões, pode ser vendida pela impressionante quantia de US$ 180 milhões (aproximadamente R$ 954 milhões), estabelecendo um novo recorde em leilões.
Normalmente, isso já seria suficiente para gerar grande expectativa em torno de um importante leilão, mas há mais. A casa também colocará à venda uma rara pintura de Paul Cézanne, igualmente fora dos olhos do público nas últimas cinco décadas, avaliada “na faixa” de US$ 120 milhões (cerca de R$ 636 milhões) e que, segundo a expectativa da Sotheby’s, poderá estabelecer um segundo recorde na mesma noite.
As duas obras-primas pertencem à mesma família desde a década de 1970 e serão vendidas ao lado de outras dez obras de sua coleção, incluindo trabalhos de Monet e Renoir. Juntas, elas estão sendo promovidas pela Sotheby’s como o “El Dorado” das coleções particulares de arte. Se tudo sair conforme o planejado, a casa de leilões poderá arrecadar US$ 450 milhões (R$ 2,3 bilhões), ou mais, em menos de uma hora.
