Seis entidades internacionais enviaram missões de observação ao Brasil para acompanhar a votação de 4 de outubro. A Organização dos Estados Americanos (OEA) encabeça o grupo de fiscalização externa ao lado da União Europeia (UE), da Liga dos Estados Árabes, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), do Parlasul e da Uniore.
A delegação da OEA reúne seis autoridades estrangeiras para monitorar a disputa presidencial. O grupo conta com os ex-ministros das Relações Exteriores José Miguel Insulza, do Chile, e Eladio Loizaga, do Paraguai, além do ex-embaixador uruguaio Agustín Espinosa Lloveras.
Encontros políticos e estrutura da missão
Os observadores diplomáticos agendaram reuniões com dirigentes partidários, chefes de campanha e representantes da sociedade civil. O grupo inclui também os dirigentes da OEA Gerardo de Icaza, Brenda Santamaría e Ignacio Álvarez.
A diplomacia regional busca compreender a dinâmica eleitoral brasileira por meio de conversas com acadêmicos e autoridades governamentais. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou que a presença das missões internacionais busca ampliar a transparência do processo eleitoral.
Outros blocos e abrangência da fiscalização
A UE e a CPLP destacaram equipes próprias para cobrir os locais de votação nas capitais. A União Interamericana de Organismos Eleitorais reforça a verificação do sistema de apuração.
