A concorrência chinesa no Brasil entra em uma nova fase, com empresas do país ampliando exportações, fábricas e parcerias internacionais além da estratégia de preços baixos. Segundo o UBS, mercados externos devem responder por 25% da receita das companhias não financeiras listadas na China continental em 2030, impulsionadas por automação, escala industrial e tecnologia. Para empresas brasileiras, o movimento aumenta a disputa por clientes, mas também abre oportunidades em cadeias de fornecedores e parcerias industriais.
Exportações avançam, aportes recuam: China muda de marcha e acirra concorrência no Brasil
