O segundo bloco do debate entre os candidatos ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi marcado pela nacionalização do controle fiscal e do emprego.
O petista abriu as perguntas questionando o atual governador sobre a recomendação ao TCE (Tribunal de Contas de Estado) de uma “caixa-preta” de pessoas que recebem benefício fiscal do estado.
Em resposta, Tarcísio destacou que cortou “todos aqueles benefícios que não faziam sentido”. O candidato à reeleição argumentou que sua gestão está dando transparência aos benefícios fiscais, exemplificando a nota fiscal paulista que demonstra os benefícios de cada produto.
Após a resposta, Tarcísio questionou o ex-prefeito de São Paulo sobre sua proposta para as mães atípicas. Antes de responder, Haddad retomou o tópico dos benefícios fiscais, exemplificando a transparência da Receita Federal sobre as empresas que recebem isenção fiscal.
Sobre o assunto, Haddad comentou sobre sua visita às mães atípicas da capital paulista, onde criticou a falta de acompanhamento de profissionais para seus filhos nos colégios da rede estadual.
Em sua tréplica, Tarcísio comparou Haddad com o “Pinóquio”, rebatendo que contratou mais assistentes para os colégios, contrariando, segundo ele, uma recomendação do Ministério da Educação.
