Durante o programa Gazeta Esportiva desta terça-feira, Muller avaliou o atual momento da Seleção Brasileira e defendeu paciência com o trabalho de Carlo Ancelotti. O comentarista afirmou também que os resultados neste início de ciclo têm importância secundária e destacou que o principal objetivo deve ser a construção de uma identidade para a equipe visando a Copa do Mundo de 2030.
FIM DE JOGO EM BRISBANE!
4-2
Vanderson
Raphinha
Bruno G.
Vini Jr.#BateNoPeito
ISSO É BRASIL! pic.twitter.com/S5fntMIiPz, brasil (@CBF_Futebol) September 29, 2026
“Resultado é o que menos importa”
“Nesse recomeço da Seleção, o resultado é o que menos importa. O que importa é o Ancelotti dar uma identidade para a equipe até 2030, o que ele não conseguiu fazer na última Copa. A renovação é boa, tem que fazer. Temos que ter paciência. Jogar contra Austrália e Índia são adversários que não têm parâmetro”, afirmou.
Na sequência, o comentarista ressaltou que a equipe brasileira ainda está longe de atingir seu melhor nível e criticou o modelo das Datas Fifa.
“A Seleção não está pronta. Precisamos destes quatro anos. Data Fifa é uma enganação. A Seleção se reúne três ou quatro dias antes, joga duas vezes e acabou. Só tem um trabalho melhor no pré-Copa. Nessas Datas Fifas, gostaria só de jogadores que atuam no Brasil”, analisou.
Além das questões relacionadas ao pouco tempo de preparação, Muller também criticou a mentalidade de parte dos atletas convocados.
