O mercado financeiro fechou em 29 de setembro de 2026 com alta de 0,46% do Ibovespa, aos 183.827,59 pontos. O índice oscilou entre mínima de 181.562 pontos e máxima de 183.951 pontos, com volume de R$ 0,95 bilhão. No câmbio, o dólar comercial terminou a sessão vendido a R$ 5,2170, com recuo de 0,18%.
No acumulado de 2026, o Ibovespa registra valorização de 14,09%. No mês, a alta é de 3,61%. O Ibovespa futuro avançou 0,44%, aos 184.700 pontos, após variar entre 182.350 e 185.040 pontos.
Nos mercados internacionais, o Dow Jones caiu 0,26%, aos 51.349,92 pontos. O Nasdaq recuou 0,09%, aos 26.797,54 pontos.
Entre as blue chips, Itaú Unibanco PN subiu 1,65%, a R$ 42,40. Petrobras PN avançou 0,72%, a R$ 49,07, enquanto Petrobras ON teve alta de 0,17%, a R$ 54,10. Bradesco PN ganhou 0,68%, a R$ 17,78, e Ambev ON subiu 0,46%, a R$ 15,27. Na ponta negativa, Vale PNA caiu 2,18%, a R$ 69,61, mesma variação de Vale ON. MBRF SA ON recuou 2,03%, a R$ 16,85.
No câmbio, o dólar futuro para outubro caiu 0,46%, a R$ 5,2015. O dólar Ptax fechou com compra a R$ 5,2198 e venda a R$ 5,2204, em alta de 0,14%. O euro ficou estável ante o dólar, cotado a US$ 1,1341 na compra e US$ 1,1344 na venda às 18h31. No mercado doméstico, o euro comercial caiu 0,44%, para R$ 5,9150 na compra e na venda.
Nos juros, o CDI fechou em 13,65% ao ano, mesma taxa do over. O CDB prefixado de 30 dias ficou em 13,66% ao ano. O ouro subiu 0,27%, a US$ 4.179,7 por onça-troy.
