Caleb Flynn, ex-líder de louvor e ex-participante do “American Idol”, foi considerado culpado nesta terça-feira pelo assassinato da esposa, Ashley Flynn, e por todas as outras acusações, depois que os promotores argumentaram que ele atirou fatalmente nela e forjou a cena do crime para fazer parecer que um invasor havia cometido o crime.
O júri considerou Flynn, de 40 anos, culpado das nove acusações, incluindo homicídio qualificado, homicídio, homicídio cometido durante outro crime, agressão criminosa e adulteração de provas.
Ele balançou a cabeça, chorou e enxugou o nariz enquanto o veredicto de culpado era lido. Em seguida, foi algemado e escoltado para fora do tribunal.
Flynn pode ser condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional, e uma audiência para definir a sentença foi marcada para 5 de outubro. O júri deliberou por cerca de duas horas antes de chegar ao veredicto.
O caso teve início nas primeiras horas da manhã de 16 de fevereiro, quando Flynn ligou para o serviço de emergência 911 para informar que sua esposa, Ashley, havia sido baleada e morta por um invasor desconhecido na casa do casal, em Tipp City, Ohio.
Os promotores alegaram que Flynn matou a esposa e forjou a cena do crime, apontando seu caso extraconjugal com uma colega líder de louvor de sua igreja como motivação.
