Os juros futuros negociados na B3 fecharam em queda firme nesta terça-feira (29), em um movimento puxado pela moderação da curva dos Treasuries após declarações do presidente do Federal Reserve de Nova York, John Williams. No mercado doméstico, a trajetória ignorou os dados mais fortes do mercado de trabalho formal em agosto, que em tese dificultariam a continuidade do corte da Selic.
No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 passou de 13,559%, no ajuste anterior, para 13,550%. O DI para janeiro de 2029 recuou da marca de 13,902% para a mínima intradia de 13,755%, enquanto o contrato para janeiro de 2031 caiu de 14,048% para 13,940%.
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos títulos públicos se acomodaram depois de uma sessão marcada por estresse nos vencimentos mais longos. No mesmo horário, o juro da T-Note de dois anos caía de 4,924% para 4,880%. A taxa da T-Note de dez anos operava estável em 5,244%, e a do T-Bond de 30 anos subia de 5,552% para 5,568%.
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John Williams afirmou que uma nova alta de juros pode ser apropriada mais adiante neste ano, caso a economia americana evolua em linha com o cenário-base, mas ressaltou que não há urgência para um novo aperto monetário.
