Entender por que os cancelamentos aumentaram, comparar o desempenho de diferentes unidades, acompanhar avaliações e descobrir quais pratos vendem melhor são tarefas que consomem tempo de quem administra um restaurante. Para um varejista com site próprio, há outro desafio: fazer a compra chegar ao cliente com rapidez sem manter uma estrutura logística do tamanho das grandes plataformas.
São problemas diferentes, mas têm algo em comum. Exigem tecnologia, dados e uma estrutura que muitos negócios não conseguem desenvolver sozinhos.
Aos 15 anos, o iFood, empresa brasileira de tecnologia, usa a experiência acumulada em sua operação no país para desenvolver soluções voltadas a esses desafios do cotidiano.
Hoje, conecta 65 milhões de consumidores e 500 mil estabelecimentos em mais de 2 mil cidades.
A companhia anunciou R$ 24 bilhões em investimentos no ano fiscal que vai de abril de 2026 a março de 2027, valor 41% superior ao do ciclo anterior. Desse total, mais de R$ 2 bilhões serão destinados a tecnologia e inovação.
Os anúncios foram apresentados durante o iFood Move 2026, maior evento para restaurantes, varejo e conveniência da América Latina, realizado em São Paulo.
Eles mostram diferentes frentes de uma mesma estratégia.
