Levar dólares em espécie para uma viagem internacional deixou de ser a única opção e deixou também de ser a opção mais recomendada pelo Inter. Isso porque o dólar em espécie tende a sair mais caro e expõe o viajante a riscos que o dinheiro digital reduz, de perda e roubo a custos maiores na conversão.
No lugar do dinheiro físico, entram a conta em dólar, o cartão global e os gift cards com cashback. Soluções que acompanham uma mudança estrutural no comportamento do viajante brasileiro que, em vez de comprar cédulas às vésperas do embarque, preferem converter recursos gradualmente e usar ferramentas digitais para organizar os gastos no destino.
Os custos e riscos de carregar dinheiro físico
Para aproveitar ao máximo, e com tranquilidade, uma viagem ao exterior, o viajante precisa conhecer os riscos do uso do dólar em espécie e saber como evitá-los.
Cotação turismo e o custo das casas de câmbio
Comprar dólar físico em casas de câmbio pode gerar prejuízo. A diferença está na cotação aplicada: enquanto a conversão em papel costuma usar a referência turismo, a conta em dólar opera com a cotação comercial, mais competitiva.
Para quem planeja a viagem, a diferença entre as duas referências reduz o custo efetivo de cada dólar comprado.
Perda, roubo e a falta de rastreamento
O dinheiro em espécie tem uma característica que nenhuma cédula resolve: se for perdido ou roubado, não há como recuperar, bloquear ou rastrear.
