As ações da Meta dispararam 12% após o lançamento do Muse, novo agente de inteligência artificial da empresa.
A ferramenta além de responder a comandos, executa tarefas diretamente na internet, como cancelar assinaturas e contratar serviços, por exemplo.
“A ideia do Muse é ser um agente dos agentes, a desintermediação de todas as ações e seu relacionamento com a internet”, afirma Marilia Fontes, apresentadora do Resenha do Dinheiro.
O diferencial da ferramenta está na capacidade de o agente realizar ações em nome do usuário. Em vez de acessar individualmente diferentes aplicativos e sites, o consumidor poderia solicitar a tarefa diretamente ao Muse.
O avanço do Muse também provocou reações entre outras empresas de tecnologia. Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, destaca que a Amazon teria restringido o acesso do agente à sua plataforma, em um movimento que poderia limitar o crescimento de um concorrente.
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Além disso, Pascowitch cita a trajetória da Meta e sua capacidade de reposicionar o negócio diante das mudanças tecnológicas.
“Durante o período que a companhia apostou no metaverso e mudou seu nome de Facebook para Meta, houve uma reação negativa das ações.
